quarta-feira, 7 de junho de 2017

REATECH 2017


Depois de dois anos de ausência, aconteceu neste último final de semana a Reatech de 2017.

Particularmente, eu esperava uma super Reatech, mas, não foi exatamente o que presenciei, aquela que é a maior feira do seguimento da América Latina, pareceu ter encolhido, no tamanho, nas novidades tecnológicas e nas palestras relacionadas ao tema.

O item mais importante da feira, sem a menor sombra de dúvidas foi o Pegasus Ecosporte, da Cavenaghi.

Trata-se de um veículo Ecosporte da Ford, adaptado pela Cavenaghi, para que o cadeirante, com um controle remoto sem fio, possa adentrar no veículo e posicionar-se na direção do veículo dando total autonomia ao cadeirante e eliminando a transferência da cadeira para o banco do automóvel.




Esperemos que a próxima Reatech seja maior e venha recheada de novas ideias e inovações tecnológicas e que nos traga muito mais palestras.


terça-feira, 23 de maio de 2017

UTILIZANDO OS SEUS DIREITOS - II

No Brasil é muito difícil se conseguir uma simples fisioterapia, se o seu problema for de ordem neurológica, quase nenhuma clínica de fisioterapia particular, se prontifica ao atendimento de fisioterapia neurológica.

O meu neurologista disse que fisioterapia seria fundamental no meu caso, não para que eu me recuperasse, mas, para que eu fizesse a manutenção do meu estado de saúde, também disse que eu necessitava de uma cadeira de rodas, pois, eu vinha sofrendo sucessivas quedas, já que sou capaz de dar poucos passos e tenho que estar apoiado para fazê-lo e apoiado do lado esquerdo já que não tenho força no lado direito do corpo.

O problema era que como eu disse inicialmente, fisioterapia neurológica era quase impossível de se conseguir e a cadeira de rodas mecânica pouco me servia, pois, sem força no lado direito do corpo, eu não conseguiria impulsioná-la, eu necessitava de uma cadeira motorizada.

Com a portaria 116 da Secretaria da Saúde em mãos, eu parti em busca do que eu necessitava, confesso que com total descrença e empurrado por minha esposa.

Para que você possa fazer uso de seus direitos, você precisa se dirigir a uma unidade básica de saúde (UBS), aqui na cidade de São Paulo, você pode consultar o site da prefeitura http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/ e pelo seu CEP, localizar a UBS mais próxima de sua residência. No meu caso, a UBS do Parque Araribá, na rua Francisco Soares, nº 81, foi a que me acolheu.



Eu estive na UBS por quatro vezes:

Na primeira para me cadastrar na UBS e agendar uma consulta com um clínico geral da unidade, como eu informei que já tinha o diagnóstico de esclerose múltipla, me solicitaram que quando fosse agendada a consulta, eu deveria comparecer munido de todos os exames e laudos que eu tinha.

Na segunda eu fui atendido por uma clínica geral, apresentei todos os meus exames, ressonância magnética, punção lombar, eletromiografia e o laudo conclusivo do meu médico, além do receituário com a necessidade da cadeira de rodas e da fisioterapia. Após me examinar e aos meus exames e ter confirmado a veracidade, a clínica geral me encaminhou ao fisioterapeuta da unidade.

Na terceira eu fui novamente examinado minuciosamente pelo fisioterapeuta e entrevistado pela TO (terapeuta ocupacional) da UBS. Após a constatação de meu estado de saúde, eles se reuniram e pediram que eu aguardasse aos encaminhamentos.

Na quarta e última estada minha na UBS, eu fui retirar os meus encaminhamentos:

O primeiro para o CER (Centro Especializado em Reabilitação) da UBS jardim Marcelo, onde seria examinada a minha necessidade de equipamentos para reabilitação e bem-estar.

O segundo para a UNASP (Centro Universitário Adventista de São Paulo), onde seria identificada a minha necessidade de fisioterapia neurológica especializada.


Confesso que fiquei surpreso com o atendimento público, eu fui recebido com educação e respeito em todos os setores da UBS e todo este trâmite entre o meu registro e os encaminhamentos não levou mais do que 60 (sessenta) dias.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

UTILIZANDO OS SEUS DIREITOS - I

No mês 11 (onze) de 2014, eu publiquei neste meu Blog, os direitos de órteses e próteses que os deficientes têm direito a acesso gratuito pelo sistema de saúde pública.
Segue abaixo a portaria e a relação de materiais que estão a disposição dos deficientes no Brasil:

SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE, PORTARIA Nº 116, DE 9 DE SETEMBRO DE 1993, DO 176, DE 15/9/93

O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições e, Considerando a integralidade da assistência, estabelecida na Constituição Federal e na Lei Orgânica de Saúde (Lei nº 8.080 de 16.09.90); Considerando que o atendimento integral à saúde é um direito da cidadania e abrange a atenção primária, secundária e terciária, com garantia de fornecimento de equipamentos necessários para a promoção, prevenção, assistência e reabilitação; Considerando que o fornecimento de órteses e próteses ambulatoriais aos usuários do sistema contribui para melhorar suas condições de vida, sua integração social, minorando a dependência e ampliando suas potencialidades laborativas e as atividades de vida diária; Considerando a autorização estabelecida pela RS nº 79 de 02/09/93 do Conselho Nacional de Saúde, resolve:

1 - Incluir no Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde - SIA/SUS a concessão dos equipamentos de órteses, próteses e bolsas de colostomia constantes do Anexo Único.

2 - A concessão das órteses e próteses ambulatoriais, bem como a adaptação e treinamento do paciente será realizada, obrigatoriamente, pelas unidades públicas de saúde designadas pela Comissão Bipartite. Excepcionalmente, a referida comissão poderá designar instituições da rede complementar preferencialmente entidades universitárias e filantrópicas para realizar estas atividades.

3 - Caberá ao gestor estadual/municipal, de conformidade com o Ministério da Saúde, definir critérios e estabelecer fluxos para concessão e fornecimento de órteses e próteses, objetivando as necessidades do usuário.

4 - O fornecimento de equipamentos deve se restringir aos usuários do Sistema Único de Saúde que estejam sendo atendidos pelos serviços públicos e/ou conveniados dentro da área de abrangência de cada regional de saúde.

5 - Fica estabelecido que a partir da competencia setembro/93, o Recurso para Cobertura Ambulatorial - RCA será acrescido de 2,5 %, destinado ao pagamento das órteses e próteses fornecidas aos usuários.

6 - Os valores das órteses e próteses descritas no Anexo Único serão divulgados quando da publicação da tabela de Valores dos Procedimentos do Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde - SIA/SUS.

7 - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação com efeitos financeiros a partir de 1º de setembro de 1.993.

ANEXO 
PRÓTESES E ÓRTESES, DESCRIÇÃO

- COLETE  CADEIRA DE BRAÇO;COLETE TAYLOR.
- COLETE JEWEET.
- COLETE MILWALKEE.
- COLAR CERVICAL COM OU SEM APOIO MENTONIANO.
- COLAR CERVICAL DE ESPUMA.
- GOTEIRA (CALHA) PARA MEMBROS INFERIORES EM POLIPROPILENO PARA CORRIGIR GENU-VALGO OU GENO-VARO; GOTEIRA (CALHA) PARA MEMBROS INFERIORES EM MADEIRA FORRADA COM ESPUMA.
- GOTEIRA (CALHA) PARA MEMBROS INFERIORES EM POLIPROPILENO USO TIPO PALMILHA.
- GOTEIRA (CALHA) PARA MEMBROS SUPERIORES POSIÇÃO ATIVA / PASSIVA; FERULA COM CALHA PARA EXTENSÃO DOS DEDOS
- ÓRTESE GENU-PODALICA (CRIANÇA).
- ÓRTESE CRURO-PODALICA UNILATERAL (CRIANÇA).
- ÓRTESE CRURO-PODALICA BILATERAL (CRIANÇA).
- ÓRTESE PARA MARCHA UNILATERAL EM COURO.
- ÓRTESE PARA CORRIGIR GENU-VALGO (CRIANÇA).
- ÓRTESE PARA MARCHA BILATERAL EM COURO (CRIANÇA).
- ÓRTESE CODIVILHA EM COURO (CRIANÇA).
- ÓRTESE PARA MARCHA UNILATERAL EM POLIPROPILENO (CRIANÇA)
- ÓRTESE PARA MARCHA BILATERAL EM POLIPROPILENO (CRIANÇA).
-  ÓRTESE LEGG PERTHS OU DESCARGA (CRIANÇA)
-  DENNIS BROWN SEM BOTA (CRIANÇA).
- CINTO PELVICO  (CRIANÇA).
- JOELHEIRA LONGA IMOBILIZANTE - ELASTICA  - TAMANHO P/M/G (CRIANÇA; JOELHEIRA MEDIA ARTICULADA ELASTICA TAMANHO P/M/G (CRIANÇA).
- ÓRTESE CRURO PODALICA EM POLIPROPILENO (CRIANÇA).
- ÓRTESE GENU-PODALICA (ADULTO).
- ÓRTESE CRURO-PODALICA UNILATERAL (ADULTO).
- ÓRTESE CRURO -PODALICA BILATERAL (ADULTO).
- ÓRTESE PARA MARCHA UNILATERAL EM COURO (ADULTO)
- ÓRTESE PARA CORRIGIR GENU-VALGO (ADULTO).
- ÓRTESE PARA MARCHA BILATERAL EM COURO (ADULTO).
- ÓRTESE CODIVILHA EM COURO (ADULTO).
- ÓRTESE PARA MARCHA UNILATERAL EM POLIPROPILENO (ADULTO).
- ÓRTESE PARA MARCHA BILATERAL EM POLIPROPILENO (ADULTO).
- ÓRTESE LEGG PERTHS OU DESCARGA (ADULTO).
- CINTO PÉLVICO (ADULTO).
- JOELHEIRA LONGA IMOBILIZANTE - ELASTICA TAMANHO P/M/G (ADULTO); JOELHEIRA MEDIA ARTICULADA ELASTICA TAMANHO P/M/G (ADULTO).
- ÓRTESE CRURO PODALICA EM POLIPROPILENO (ADULTO).
- PRÓTESE PIROGOFF OU SYME (NACIONAL) PÉ SACH.
- PTB - KBM - PTS SEM COXAL (NACIONAL) PÉ SACH.
- PRÓTESE PIROGOFF OU SYME (NACIONAL) PÉ ARTICULADO.
- PTB - KBM - PTS SEM COXAL (NACIONAL) PÉ ARTICULADO.
- PRÓTESE COM JOELHO LIVRE (NACIONAL) PÉ SACH; PROTESE COM JOELHO TIPO JUPPA (NACIONAL) PÉ SACH.; PROTESE COM JOELHO COM TRAVA (NACIONAL) PÉ SACH; PROTESE COM JOELHO LIVRE (NACIONAL) PÉ ARTICULADO; PROTESE COM JOELHO COM TRAVA (NACIONAL) PÉ ARTICULADO; PRÓTESE COM JOELHO TIPO JUPPA (NACIONAL) PÉ ARTICULADO.
- PRÓTESE DO QUADRIL DESARTICULADO (NACIONAL) PÉ SACH OU PÉ ARTICULADO.
- CINTA LOMBAR OU DORSO LOMBAR (TIPO SALVA PÉ) TAMANHO P/M/G
- MULETAS CANADENSE OU AXILAR (PAR).
- CALÇADO ORTOPÉDICO - INFANTIL.
- CALÇADO PARA PE PLANO (ADULTO).
- PALMILHA ORTOPEDICA FLEXIVEL COM CORREÇÃO DE ALTURA E/OU SUPORTE DE ARCO (ADULTO/CRIANÇA).
- PRÓTESE MAMÁRIA (NACIONAL) EM ESPUMA COM PESO.
- MALHA TUBULAR PARA QUEIMADOS Nº 4 a 15 (POR METRO).
- CADEIRA DE RODAS PINTADA, COURVIM, PES E BRAÇOS REMOVIVEIS.
- CADEIRA DE RODAS CROMADA, COURVIM, PES E BRAÇOS REMOVÍVEIS.
- CADEIRA DE RODAS PARA TETRAPLÉGICO, ESPADAR ALTO, ARTICULADA.
- ANDADEIRA DE ALUMÍNIO, GRADUADA, DESMONTÁVEL; ANDADEIRA DE FERRO, FIXA GRADUADA.
- BENGALA DE 04 PONTAS DE ALUMINIO OU FERRO GRADUADA.
- PRÓTESE AUDITIVA EXTERNA COM AMPLIFICADOR DE BOLSO.
- PRÓTESE AUDITIVA COM AMPLIFICADOR RETRO-AURICULAR.
- PRÓTESE OCULAR COM CORREÇÃO ESTÉTICA.
- LENTE ESPECIAL ACIMA DE 10 A 20 DIOPTRIAS.
- PRÓTESE OCULAR PROVISORIA.
- LENTE ESCLERAL PINTADA.
- LUPA PARA VISÃO SUBNORMAL ASFÉRICA.
- BOLSA DE COLOSTOMIA COM ADESIVO MICROPORE DRENAVEL
- BOLSA DE COLOSTOMIA COM ADESIVO MICROPORE FECHADA
- BOLSA DE ILEOSTOMIA COM ADESIVO MICROPORE, COM KARAYA E BARREIRA SINTETICA DRENAVEL.
- KIT DE PLACAS E BOLSAS ACOPLADAS-ILEOSTOMIA
- BOLSA DE UROSTOMIA SISTEMA DE PLACAS KIT.
- BOLSA DE UROSTOMIA COM ADESIVO E PROTETOR DE PELE.

O porém está no caminho que deve ser seguido para obter o acessório que se necessita, este caminho eu irei deixar bem claro na próxima postagem...

sábado, 24 de dezembro de 2016

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Postagem Silvio - Olimpíada/Paralimpíada



Eu estive nos jogos olímpicos onde percebi o que podemos ser, não como cidades, estados ou mesmo países, mas, sim como mundo.

Conviver com pessoas de todo o mundo em um único lugar abriu meus horizontes, entendo que somos muito mais, a falta de entendimento pelo idioma, logo foi substituída por gestos carinhosos e nos fazíamos entender e assim nos ver como humanos e não por rótulos imbecis.


Eu estive na olimpíada e não na paralimpíada, mas, a paralimpíada é sensacional, passa uma energia ainda mais especial.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Postagem José Eduardo - Paralimpíadas



Seguem abaixo as minhas considerações sobre o que eu vi num fim de semana no parque olímpico-paralímpico.

ACOMODAÇÕES NO RIO

Fiquei hospedado no IBIS Nova América. Esse hotel fica na Barra da Tijuca e junto com o Shopping Nova América.

Talvez por estar numa área de muito movimento e comércio, o acesso às pessoas com necessidades especiais era muito boa e bem sinalizada, no chão havia aquelas faixas de indicação para deficientes visuais e toas as calçadas com rampas para acesso de cadeirantes.

No hotel, elevadores e portas de tamanho permitido para cadeiras de rodas e acesso aos ambientes possíveis.

TRANSPORTE

Acredito que esse foi um dos pontos negativos. Muito poucos taxis e VANS com acesso a pessoas com necessidades especiais.

Segundo os taxistas menos de 5% dos taxis tem condições de levar cadeirantes.

Os BRT’s também tinham acessos a cadeirantes, mas, os espaços não eram respeitados e eram em pouca quantidade.

NO PARQUE OLÍMPICO



O acesso ao Parque Olímpico era um pouco complicado, visto que taxis e até mesmo o BRT, deixavam as pessoas a uma distância razoável do parque e o caminho era muito ruim para pessoas com necessidades especiais, mas, quando a gente entra no Parque, as coisas mudam de figura.



Todas as arenas tinham acesso por rampas ou escadas. Muita gente para orientar, conduzir e auxiliar as pessoas com necessidades.

Dentro das arenas muitos lugares para cadeirantes, com boa visibilidade para os jogos.

O parque era parcialmente plano e com bons espaços para locomoção.



Uma coisa que me marcou muito foi a limpeza no local e muitas, mas, muitas lixeiras para material reciclável e não reciclável.



Como o parque é muito grande, haviam muitos carrinhos para levar idosos e quem precisasse de uma arena a outra.

Dentro das arenas muita gente orientando e bastante organizado. Não havia lugares marcados dentro das arenas.



A saída foi muito organizada e de fácil acesso ao transporte público e táxis.



O sentimento de superação fica muito mais evidente nos paratletas. E o reconhecimento do público é maior. Não existe torcida adversária. Você torce para o atleta do seu país, mas, após a disputa, todos são aplaudidos e ovacionados quando passam em frente as torcidas. Nessa hora não existe bandeira. 


Espero ter te ajudado.

Ajudou muito, meu amigo José Eduardo, muito obrigado!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Postagem Waldemir - Paralimpíadas




Tive a oportunidade de ir com minha esposa Angela, minha filha Gabi, meu genro Lucca, no primeiro final de semana das Paralímpiadas no Rio.



Ao chegar no Rio me surpreendi com uma cidade bem diferente daquela que estou acostumado a ir, limpa, organizada e segura (com as forças armadas nas ruas).

Com um sistema de transporte eficiente e com acessibilidade. (Metrô, B.R.T.), apesar do Metrô não estar ainda disponível para a população, somente para quem tinha ingresso para os jogos (famoso jeitinho Brasileiro), mas, pelo menos ficará de legado para a cidade.

A compra de ingressos pela Internet foi um pouco confusa, foi posto à venda uma quantidade muito menor que a capacidade das Arenas, talvez com receio de pouca procura, mas, ao chegar nas bilheterias para troca do voulcher pude ver todos a procura de ingressos para qualquer modalidade.

Muitos voluntários orientando as pessoas para entrar no Parque Paralimpico, com educação, eficiência e o bom humor típico do brasileiro. Realmente o “Povo Brasileiro” mostrou ao mundo a sua hospitalidade e carisma. 

O Parque é muito bonito com boa acessibilidade, bem sinalizado, iluminado, organizado e limpo. E no sábado dia (10) foi o recorde de público mais de 167 mil pessoas, sem nenhum incidente, com filas organizadas e todos respeitando as regras.

O que notamos é que tinham poucos turistas estrangeiros e para nossa surpresa muito poucos deficientes.

Fomos no jogo de basquete masculino (Brasil x Grã-Bretanha) onde a acessibilidade era muito boa tanto para entrar, como para se locomover e local para assistir ao jogo.



O que chamou a atenção foi a determinação e empenho dos atletas. Eles têm tanta habilidade com as cadeiras que parece fácil, (mas não é).

Muito estranho mesmo os poucos deficientes assistindo aos jogos. Foi uma pena, pois, o exemplo que os paratletas passam é incrível.



Em fim valeu a pena, foi uma experiência maravilhosa, inesquecível e única, pois, não verei outra dessa no Brasil!

Muito obrigado por seu depoimento Waldemir.